A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) determinou a apreensão e proibiu a venda, a distribuição e o uso de um lote falsificado do medicamento Dysport, à base de toxina botulínica. A medida atinge o lote 025155, identificado após a empresa responsável pelo registro do produto detectar unidades falsas em circulação.
O comunicado foi feito pela Beaufour Ipsen Farmacêutica Ltda., detentora do registro do medicamento. Segundo a Anvisa, foram encontradas diferenças entre as embalagens falsificadas e as originais, o que motivou a determinação.
Como identificar o lote falsificado da toxina botulínica Dysport?
De acordo com a Anvisa, o lote falsificado da toxina botulínica apresenta quatro diferenças em relação ao produto original:
- Data de validade indicada como 06/2028, enquanto a original é 06/2027;
- Espaçamento incorreto no número do lote;
- Frasco-ampola com formato diferente do original;
- Código de barras correspondente a outro lote.
Essas características ajudam a identificar possíveis unidades falsificadas do medicamento.
O que fazer se encontrar o lote proibido?
A Anvisa orienta clínicas, hospitais e profissionais de saúde a suspenderem imediatamente o uso do lote 025155. A recomendação também vale para pacientes que tenham acesso ao produto.
Quem identificar unidades suspeitas deve comunicar a vigilância sanitária. O medicamento não deve ser aplicado enquanto houver suspeita de falsificação.
A toxina botulínica é utilizada em diferentes procedimentos médicos e estéticos. Por isso, a procedência do produto e a conferência das informações da embalagem são importantes para reduzir os riscos associados ao uso de medicamentos falsificados.
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