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Anvisa proíbe suplementos alimentares de origem desconhecida

Anvisa proíbe suplementos alimentares de origem desconhecida
Anvisa proíbe suplementos alimentares de origem desconhecida. Imagem: Rafa Neddermeyer/Agência Brasil
🩺 Conteúdo informativo
Esta reportagem tem finalidade jornalística e não substitui orientação médica.

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) determinou a apreensão e proibiu a fabricação, a venda, a distribuição, a importação, a divulgação e o uso de todos os alimentos produzidos pela empresa PSM Pennaforte Produtos Naturais Ltda., incluindo suplementos alimentares.

A medida foi publicada no Diário Oficial da União em 13 de outubro de 2026, por meio da Resolução-RE nº 4.001. Segundo a agência, a decisão foi tomada após uma fiscalização em Marataízes, no Espírito Santo, identificar que o endereço cadastrado pela empresa era residencial e que não havia estabelecimento comercial em funcionamento no local.

A Anvisa também identificou problemas na composição e na divulgação dos produtos comercializados pela empresa.

Anvisa aponta irregularidades em suplementos alimentares

De acordo com a resolução, a origem dos alimentos e suplementos fabricados pela empresa não foi identificada. Durante a fiscalização, também foi constatada a comercialização de um suplemento alimentar contendo ora-pro-nóbis, ingrediente que não tem autorização para uso nessa categoria de produto.

Outro problema apontado foi o uso irregular de marcas, como “Mounjaro”, em referência a indicações terapêuticas. A utilização desse tipo de nome pode sugerir efeitos de tratamento que não são permitidos para suplementos alimentares.

Com base nas irregularidades identificadas, a agência determinou a apreensão de todos os produtos da empresa, sem restrição a lotes específicos.

O que muda com a decisão da Anvisa?

A resolução proíbe todas as etapas relacionadas aos alimentos e suplementos da empresa, incluindo:

  • Fabricação;
  • Comercialização;
  • Distribuição;
  • Importação;
  • Propaganda;
  • Uso dos produtos.

A medida vale para todos os alimentos fabricados pela empresa, incluindo os suplementos alimentares.

A Anvisa não informou, na resolução, um prazo para o encerramento da proibição. A decisão tem caráter preventivo e foi fundamentada nas irregularidades encontradas durante a fiscalização sanitária.

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Sobre o autor
Gabriele de Paula é redatora, revisora editorial e publicadora no WordPress do SERTEP Notícias, responsável pela revisão, padronização editorial e publicação dos conteúdos, garantindo qualidade, clareza e conformidade com os padrões do portal.

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