A Prefeitura de Ipatinga iniciou a demolição de imóveis atingidos pelas chuvas de janeiro de 2025, que tiveram suas estruturas comprometidas e foram condenados pela Defesa Civil. Os trabalhos começaram pela Rua Turim, uma das localidades mais afetadas por deslizamentos de encostas, e integram o conjunto de ações preventivas adotadas pelo município antes do próximo período chuvoso.
A retirada das estruturas é também o primeiro passo para uma nova etapa. O trabalho é coordenado pela Defesa Civil, que realiza a avaliação das áreas e acompanha a execução das demolições. A medida busca eliminar estruturas que oferecem riscos à população.
Por meio de recursos provenientes do reconhecimento da situação de calamidade pública pelo Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional (MIDR), no âmbito da Secretaria Nacional de Proteção e Defesa Civil (SEDEC), foram disponibilizados recursos para a construção de 41 unidades habitacionais destinadas às famílias cujos imóveis foram destruídos e/ou danificados pelo desastre ocorrido em janeiro de 2025 e que se encontram em processo de demolição.
Atualmente, essas famílias são atendidas pelo Programa de Aluguel Social até a conclusão das novas unidades habitacionais, que serão destinadas ao seu reassentamento.
As novas moradias serão construídas em outra localidade e formarão um conjunto habitacional destinado às famílias atingidas pelas chuvas.
Para o prefeito Gustavo Nunes, a ação representa a continuidade do atendimento às famílias atingidas pelas chuvas e transforma uma situação de perda em um processo de reconstrução.
“Essas famílias perderam suas casas em um momento muito difícil e, desde então, a Prefeitura vem trabalhando para garantir o atendimento necessário. A demolição é uma etapa importante para eliminar riscos, e a construção de novas moradias é o melhor caminho para dar a essas pessoas a oportunidade de recomeçar com mais segurança”, afirma o prefeito.
Segundo o gerente da Defesa Civil de Ipatinga, BrayannUrils Azeredo, o trabalho também integra o planejamento do município para o período de chuvas.
“A demolição dos imóveis condenados é uma medida de segurança e prevenção. São estruturas que não apresentam condições de ocupação e que precisam ser retiradas para eliminar ou reduzir os riscos à população”, explica Brayann.
As demolições terão continuidade em outros pontos do município, conforme o cronograma estabelecido a partir das avaliações realizadas pela Defesa Civil.








