A Pesquisa Nacional de Saúde iniciou sua terceira edição em maio de 2026, com visitas do IBGE a 140 mil domicílios em todos os estados brasileiros. A coleta, realizada em parceria com o Ministério da Saúde, segue até 30 de novembro e oferece exames gratuitos de sangue e urina para mapear as condições de saúde da população.
Aproximadamente 1,8 mil entrevistadores aplicarão questionários sobre práticas de saúde, hábitos de vida e utilização de serviços médicos. A pesquisa é a principal fonte de dados para o planejamento de políticas públicas do SUS e do setor privado.
Exames gratuitos na Pesquisa Nacional de Saúde incluem hemograma e lipidograma
Entre julho e outubro, a Pesquisa Nacional de Saúde coletará biomarcadores de 15 a 20 mil moradores com 35 anos ou mais, residentes em capitais e regiões metropolitanas. Os exames gratuitos incluem hemograma, lipidograma e hemoglobina glicada, com resultados entregues aos participantes.
Os dados permitirão levantar indicadores de doenças crônicas como diabetes e hipertensão, além de monitorar condições metabólicas e exposição a contaminantes ambientais. A pesquisa também aferirá pressão arterial, peso e altura durante as visitas.
Como a Pesquisa Nacional de Saúde orienta políticas públicas no Brasil
Os questionários da Pesquisa Nacional de Saúde abordam saúde da mulher, da população idosa, saúde bucal, saúde mental, hábitos alimentares, tabagismo e consumo de álcool. Cada resposta contribui para compreender a relação entre saúde, comportamento e condições de vida.
Segundo o IBGE, todos os dados serão mantidos em sigilo, respeitando a privacidade dos participantes. A pesquisa teve primeira edição em 2013 e segunda em 2019, permitindo comparar a evolução da saúde pública ao longo das décadas.
A participação da população é essencial para que a pesquisa represente de forma fidedigna a realidade das condições de saúde do país. Os resultados auxiliarão no monitoramento de metas nacionais e internacionais relacionadas à saúde.
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